Oficina lesbianismo na literatura anglo-saxónica

Oficina lesbianismo na literatura anglo-saxónica: Esta oficina procura traçar um percurso pelas diversas representações do lesbianismo na literatura anglo-saxónica, desde o início do século XX, momento no qual surge o conceito com as conotações que tem na actualidade, através das diferentes manifestações literárias (teatro, poesia e romance).

METODOLOGIA

A metodologia das Oficinas Confraria é aberta e participativa, procurando o envolvimento de todas/os participantes desde um olhar crítico, lúdico e criativo. Abrindo espaço e prioridade aos textos e exemplos de escritoras e criadoras, contribuindo assim para a visibilidade e procurando reescrever a autoridade feminina como base do nosso acesso ao conhecimento e aprendizagem.

A oficina O Lesbianismo na literatura anglo-saxónica vai desenvolver-se de forma virtual numa plataforma digital criada com mimo, curiosidade e vontade de partilhar e criar juntas.

Ainda estamos em work in progress mas podes espreitar aqui a casa da próxima oficina online.

Cada segunda e sexta feira encontrarás:
– Uma pílula teórica
– Uma proposta de leitura
– Um espaço de debate para que todas possamos partilhar os nossos processos de leitura e reflexão.

Quando? Como? Quanto?

Para esta nova aventura de arqueologia literária abrimos 15 vagas.
São pouquinhas mas é a única maneira de fazer o acolhimento de cada participante com mimo e proximidade.

Inscrições de 8 de Agosto a 30 de Agosto
Para te juntares basta enviar um email para livrariaconfraria@gmail.com, Sócias de vida (+ info) e estudantes 15% de desconto

As 13 sessões da oficina têm um preço de 50€
(inclui matrícula, materiais, acesso ilimitado à plataforma…).

Começamos dia 10 de Setembro. 

Objetivos desta oficina 

Contribuir para a desconstrução da invisibilidade na qual se tem marginalizado historicamente o coletivo lésbico e a sua produção artística, reconhecendo a existência de uma produção literária própria de um grupo marginalizado (o lésbico) dentro de um grupo marginal no Canon Literário (as mulheres escritoras) não como um acto de descriminação positiva, mas sim como um contributo de um olhar diferente e enriquecedor.

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