Oficina A Revolução das Flâneuses

CICLO 
A literatura das mulheres do mundo
2019/2020

Todas as pessoas temos presente a imagem do flâneur  percorrendo as ruas de Paris no séc XIX. Mas… (sempre há uma “mas…” na vida das mulheres) onde estão as flâneuses? Elas também existiram, apesar de ter sido invisiblilizadas ou menosprezadas. A sua vontade de se tornarem presentes no espaço urbano e reclamar uma voz própria abriu caminho a uma série de direitos que ainda hoje reivindicamos: direito a ocupar as ruas; direito a olhar sem ser vistas; direito a não consumir nem ser consumidas; direito a existir em solitário; direito e reconhecimento da autoria.
Esta oficina é uma aproximação e viagem pela história da flâneuses, que inclui um nutrido grupo de escritoras e ativistas. Uma oficina para abrir espaço para reflexão individual e para a prática coletiva.

Modalidade: presencial + interactivo = feminista

Está oficina é uma aproximação e viagem pela história da flâneuses, que inclui um nutrido grupo de escritoras e ativistas. Uma oficina para abrir espaço para reflexão individual e para a prática coletiva.

duração: 2h30h
horário: 30 Outubro das 19h -21h30
normal: 15€
sócias de vida: 10€ (info aqui»»)
inscrições através : livrariaconfraria@gmail.com

Nº mínimo de participantes: 4 participantes
Nº máximo de participantes: 7 participantes
Organização: Confraria Vermelha Livraria de Mulheres

A quem se destina: A todas as pessoas interessadas em literatura, em literatura escrita por mulheres e/ou interessadas em conhecer escritoras e ativistas que usam o caminhar como ferramenta de resistência e criatividade.

(des)formadora: Quando estávamos a organizar estes encontros pensamos que o que menos interessava eram os currículos detalhados, não que não sejam importantes, que o são mas por termos vontade de transpor a fronteira curricular-académica.
Queríamos partilhar tempo, espaço e aprender junto de pessoas que amam a literatura.  Tínhamos e temos vontade de ‘despatriarcalizar’ os recursos humanos, o saber, a partilha.

Para este encontro convidamos Aida Suárez, que gosta de colocar a palavra resistência entre o corpo e a palavra. #cuerposquecaminanlibres