Onde Mora a Felicidade

Pearl Sydentricker Buck

nasceu em Hillsboro no estado norte-americano da Virgínia Ocidental, em 1892 e foi criada na China. Na universidade de Cornell obteve o M.A e leccionou em várias universidades chinesas antes de ser forçada a sair do país. Foi galardoada com o Pulitzer Prize em 1932 e com a medalha Wiliam Dean Howells em 1935. No ano de 1938 recebeu o Prémio Nobel Da Literatura sendo a primeira mulher a recebe-lo.

Faleceu aos 80 anos deixando um legado de 85 livros nos quais abordava como principais temáticas, as questões socias, raciais e a desigualdade entre sexos. Pode-se ainda afirmar que Pearl S. Buck influenciou de forma profunda a forma como os americanos viam a China.

Sinopse

Ao completar quarenta anos, Madame Wu leva a cabo a decisão que tomou há já algum tempo: comunica ao marido que, após vinte e quatro anos de casamento, não deseja ter mais contacto físico com ele, e pede-lhe que tome uma concubina para saciar os seus desejos carnais. A Casa Wu, uma das mais antigas e reverenciadas da China, é apanhada de surpresa e fica indignada com esta decisão, mas Madame Wu não se deixa dissuadir e escolhe uma jovem camponesa para tomar a sua vez no leito conjugal.

Elegante e distante, Madame Wu planeia esta alteração na sua vida da mesma forma como sempre geriu uma casa onde coabitam mais de sessenta familiares e criados. Tendo seguido o costume chinês de se casar com um homem escolhido pelos pais, e sido uma esposa perfeita em todos os aspetos, agora deseja libertar-se e viver apenas para satisfazer o seu espírito. Sozinha nos seus aposentos, aprecia a sua liberdade e a possibilidade de, finalmente, ler os livros que lhe estavam vedados. Quando o filho começa a ter lições de inglês, percebe que também ela gostava de aprender esta língua. E assim trava conhecimento com o irmão André, um estrangeiro com a mente à sua altura e que irá alterar a sua vida.

Depois de ler

Onde Mora a Felicidade conta a história de uma mulher que desiste de fazer sexo com o marido. Invertendo os termos de uma proposição célebre de Simone de Beauvoir, Madame Wu concedeu a si própria, desse modo, a liberdade. A decisão é tomada no dia do seu quadragésimo aniversário, pondo termo a vinte e quatro anos de “deveres” conjugais. A partir daquele momento, orquestrará a seu bel-prazer o quotidiano e a casa (um núcleo de sessenta pessoas, entre familiares e servos), libertando de obrigações o homem que ao acordar na manhã seguinte ao casamento lhe dissera: «Se fosses feia… tinha-te matado a noite passada em cima da almofada. Odeio mulheres feias

Sem dar por isso, mergulhamos nos hábitos e costumes de uma cultura milenar que para todos os efeitos nos é “estranha”. Sirva de exemplo a instituição que representa o casamento, «um dever não para com o amor nem para connosco, mas para com o nosso lugar nas gerações

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